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Programa de Extensão Medulando Sonhos realiza encontro na terça-feira, 15

Publicado em: 11-09-2026
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O Programa de Extensão Universitária Medulando Sonhos, da Faculdade de Enfermagem da Universidade de Rio Verde (UniRV), realiza na próxima terça-feira, dia 15, mais um encontro voltado à conscientização e à captação de potenciais doadores voluntários de medula óssea. O evento terá início às 19h, no Auditório do Bloco Administrativo, com participação gratuita e as inscrições realizadas no local.

Durante a programação, uma equipe do Hemocentro estará presente para orientar os participantes sobre a doação de medula óssea e efetuar a coleta de sangue necessária para o cadastro no REDOME (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea).

A ação é aberta a toda comunidade e os acadêmicos participantes receberão certificados de 5 horas de extensão pela participação na palestra, e 10 horas de extensão por realizar o cadastro como doador voluntário de medula óssea.

O Programa foi criado em 2023 com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a importância da doação e contribuir para a captação de potenciais doadores voluntários, incentivando a população a realizar o cadastro no REDOME. Em 2024 e 2025, foi condecorado pelo Hemocentro de Goiás em reconhecimento ao quantitativo de cadastros de potenciais doadores realizados pelo projeto.

Brasil tem mais de 6 milhões de doadores cadastrados

O Brasil possui atualmente mais de 6 milhões de pessoas cadastradas como potenciais doadores de medula óssea, de acordo com informações do REDOME. O país ocupa a terceira posição entre os maiores registros de doadores voluntários de medula óssea do mundo.

Segundo o REDOME, o sistema realiza atualmente mais de 225 coletas de medula óssea por ano e, ao longo dos últimos 30 anos, já possibilitou mais de 2.794 transplantes para pacientes brasileiros.

A dimensão do cadastro é importante porque a compatibilidade entre doador e paciente é determinada por características genéticas. Por isso, quanto maior e mais diversificado for o número de pessoas cadastradas, maiores são as possibilidades de encontrar um doador compatível para quem precisa do transplante.

O transplante de medula óssea é utilizado no tratamento de diversas doenças que afetam o sangue e o sistema linfático, entre elas leucemias agudas, linfomas, anemia aplásica severa e mieloma múltiplo. Além dessas enfermidades, pesquisas também avaliam o potencial do transplante no tratamento de algumas doenças autoimunes, como esclerose múltipla e doença inflamatória intestinal.
 
Equipe Ascom UniRV
Jornalista Vanderli Silvestre - CRP 4126/GO
Arte: Rogério Guimarães 

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