Uma Universidade não é feita apenas de salas de aula, laboratórios e pessoas que diariamente estudam ou trabalham em seus espaços. Suas dependências também podem ser ocupadas por quem busca conhecimento, concentração, convivência ou, simplesmente, um lugar que faça parte de sua rotina. Na Universidade de Rio Verde (UniRV), essa relação pode ser percebida em diferentes espaços, desde as pistas utilizadas para caminhadas e passeios com os pets, até a biblioteca e as sombras dos ipês-amarelos.
Em meio à circulação de estudantes e servidores, também estão pessoas que encontram na Universidade um ambiente propício para estudar, pesquisar e produzir conhecimento, mesmo sem possuir vínculo acadêmico com a Instituição. É o caso de Kleber Ferreti, doutorando em Extensão Rural e Desenvolvimento pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
Natural de Rio Verde, ele retornou à cidade após concluir as disciplinas do doutorado e passou a dividir a rotina de escrita da tese entre a própria casa e a Biblioteca Central da UniRV. A escolha pelo espaço surgiu da busca por um ambiente que favorecesse a concentração e, ao mesmo tempo, proporcionasse as condições necessárias para o desenvolvimento da produção acadêmica.
Com a defesa da tese prevista para esse semestre de 2026, a biblioteca passou a fazer parte da rotina do pesquisador. “Objetivando finalizar a escrita da tese para defesa, procurei um ambiente que fosse estimulante e agradável para conseguir escrever e intercalar entre o ambiente da minha casa, vindo a me deparar com o espaço da Biblioteca Central da UniRV”, explica.
A estrutura oferecida pelo local foi um dos fatores que contribuíram para a escolha. O ambiente climatizado, a possibilidade de acesso aos livros físicos e a atmosfera voltada ao estudo ajudam Kleber a manter a rotina de pesquisa. Mesmo sem ser aluno ou professor da UniRV, ele encontrou no espaço condições semelhantes às que vivenciou durante sua passagem pela biblioteca da UFSM. “Sempre gostei de estar rodeado por livros e em um local que estimule reflexões e concentração. Nessa biblioteca estou conseguindo ter esse gostinho que eu tinha durante a minha vivência na biblioteca da UFSM”, conta.
Para Kleber, o ambiente e as pessoas que trabalham na biblioteca também fazem diferença na experiência. “Além disso, as pessoas que trabalham no local, são amigáveis e carismáticas, merecendo muitos elogios. Como moro em condomínio, acaba sendo complicado em certos momentos do dia, para conseguir me concentrar, por isso fico intercalando entre minha casa com a Biblioteca Central da UniRV durante a semana,” finaliza.
“A presença de pessoas externas à Universidade também contribui para tornar esses espaços mais vivos e dinâmicos, promovendo a troca de experiências e ampliando as possibilidades de produção e circulação do conhecimento. Quando a Universidade abre suas portas, ela não apenas oferece estrutura, mas também fortalece sua missão de transformar vidas por meio da educação, da pesquisa e da conexão com a sociedade.” afirma o Reitor, professor Dr. Alberto Barella Netto.
Equipe Ascom UniRV
Jornalista Vanderli Silvestre - CRP 4126/GO
Arte: Marcos Santos