» Introdução Precoce de Alimentos em Crianças Menores de Seis Meses em Uma Cidade de Médio Porte da Região Centro-Oeste do Brasil
1. O projeto?
 
O projeto é realizado pela acadêmica do 9º período da Faculdade de Nutrição da Universidade de Rio Verde – UniRV, Raíssa de Melo Matos Ferreira, sob a orientação da professora Dra Lidiane Bernardes Faria Vilela que visa avaliar a introdução de alimentos complementares nos primeiros seis meses de vida e sua relação com as variáveis socioeconômicas e demográficas de uma cidade de médio porte da região Centro-oeste do Brasil. Serão avaliados aproximadamente 528 crianças entre 0-6 meses que estavam presentes no dia D de vacinação do ano de 2012, através do questionário adaptado de Investigação de Práticas Alimentares de crianças menores de um ano da Pesquisa Nacional de Aleitamento Materno, sendo  realizado com os pais e/ou responsáveis.
 
2. Objetivos

Discutir a introdução precoce de alimentos líquidos e sólidos na dieta de crianças menores de seis meses, identificar o consumo de alimentos industrializados com alto teor de sódio e açúcar simples em crianças menores de seis meses, verificar a idade de introdução de alimentos precoces.

3. Resultados esperados

Espera-se que a prevalência do aleitamento materno exclusivo seja baixa, e que ocorra uma elevada prevalência de aleitamento materno predominante no qual são introduzidos outros alimentos juntamente com o leite materno. Presume-se que as crianças menores de seis meses de vida recebam uma grande oferta de alimentos industrializados com grandes quantidades de açúcar, sódio e gordura, como macarrão instantâneo, suco artificial, refrigerantes e bolacha, entre outros.

4. Contribuições e reflexões do projeto

O leite materno tem importância fundamental no crescimento e desenvolvimento de crianças até os dois anos de vida, devendo ser fonte nutricional, exclusiva na alimentação até os sexto mês. A introdução precoce de alimentos, tanto líquidos, quanto sólidos, é bastante desvantajosa, visto que aumentam o risco do surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, aumentam o surgimento de alergias, e de risco nutricional, prejudicando o desenvolvimento físico e mental da criança.
É fundamental que se invista em orientação para as mães e treinamento para todos os profissionais da saúde, assim como a colaboração da mídia no incentivo da amamentação.
 

 


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