» Estudo Morfométrico do Tórax e suas Relações com o Transplante de Pulmão
1- O projeto
O projeto é realizado pela acadêmica do 4° período da Faculdade de Medicina da Universidade de Rio Verde – UniRV, Grasielle Silva Santos, sob  a orientação do professor Ms. Cláudio Silva Teixeira e visa estabelecer alguma relação antropométrica entre osso esterno, a caixa torácica e os pulmões, de forma a inferir sobre a possibilidade de um novo método que estabeleça a compatibilidade entre os pulmões do doador e a caixa torácica do receptor e desenvolver um software que possa efetuar os cálculos dimensionais. O estudo será feito em 25 cadáveres adultos (masculino e feminino). Serão abordados aspectos anatômicos e fisiológicos do aparelho respiratório, bem como as indicações para o transplante pulmonar, as modalidades de transplante, e as características dos doadores de pulmões.
 
2- Objetivos
Identificar morfologicamente a relação entre o tamanho do osso esterno e os pulmões e associar com os transplantes, verificar o comprimento e a largura do osso, determinar o comprimento, largura e a profundidade dos pulmões direito e esquerdo, detectar o tamanho Anteroposterior, longitudinal e lateral do tórax e desenvolver um programa que permita calcular a relação do osso esterno com o transplante de pulmão.
 
3- Resultados esperados
O projeto pretende estabelecer as relações antropométricas existentes entre o esterno, a caixa torácica e os pulmões, contribuir com associações antropométricas ainda não estabelecidas, podendo trazer informações relevantes para novos trabalhos e pesquisas científicas e possibilitar a criação de uma nova técnica que determine com maior facilidade a compatibilidade entre os pulmões do doador e a caixa torácica do receptor.

 
4- Contribuições e reflexões do projeto
No transplante pulmonar, a existência de compatibilidade de tamanho entre os pulmões do doador com a caixa torácica do receptor é essencial. Atualmente, essa compatibilidade é avaliada, dentre outras formas, levando em conta o volume pulmonar do doador e do receptor, que é estimado pela altura e sexo dos pacientes. Quando se usa essa técnica, ainda há a possibilidade de haver uma incompatibilidade de tamanho entre o doador e o receptor. Quando o pulmão é muito maior que a caixa torácica, pode haver complicações mecânicas, como atelectasia, e deficiência respiratória. No caso do enfisema, se houver o transplante de um pulmão muito menor que a caixa torácica, pode haver uma compressão do enxerto pelo pulmão nativo. Este trabalho visa a obtenção de um novo método, buscando maior precisão e mais fácil execução na avaliação da compatibilidade de tamanho no transplante de pulmão, o que pode evitar complicações pós-operatórias a curto e a pequeno prazo, trazendo assim benefícios para todos os pacientes que irão se sujeitar à um transplante de pulmão.

 


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